Educação e Gestão Ambiental
1. Sumário
Apresentação
1. Introdução
a. Histórico
2. Justificativa
3. A concepção do PEA
O que é o PEA-UCB
Objetivos
Marco Referencial
A Gestão Ambiental
Estrutura
4. Metodologia
5. Características do PEA – UCB
6. Resultados do PEA-UCB
O Diagnóstico sócio-ambiental
A realização dos Seminários de Sensibilização
Acolhida aos Calouros
Ambientação do Campus
Atração de aves silvestres
Controle biológico da população de pombos e ratos
Central de Reuso
Coleta Seletiva
Justificativa
Benefícios da reciclagem
Operacionalização
Papéis, metais, plásticos e vidros
Baterias de celulares e pilhas
Compostagem
Conservação de Energia
Conservação da Qualidade Sonora
Corpo de Voluntários
Encontro de Educadores Ambientais do DF
Ilha da Sucessão
Parcerias e Interações intra e extra-institucional
Participação em eventos e atendimentos
de demandas externas
Política Ambiental da UCB
Preciclagem
Prêmio UCB de EA
Produção de recursos Instrucionais
Racionalização do Uso da Água
Redução do Consumo de Combustíveis Fósseis
Replantio de espécies nativas
Transplante de árvore: um símbolo
7. Custos e Benefícios do PEA
Benefícios indiretos
Despesas Demandadas pelo PEA
Receitas Catalisadas pelo PEA
8. Indicadores
9. Resumo executivo
10. Avaliação e Prospectivas
11. Referências Bibliográficas
2. Apresentação
Em 2005 publicamos um livreto intitulado “Ecos de um Projeto de Educação Ambiental”, para circulação interna na Universidade Católica de Brasília, reunindo os resultados do Projeto de Educação Ambiental que ali desenvolvemos a partir de maio de 1999. O livreto mostrava como um projeto de Educação Ambiental impulsionou a incorporação de práticas de Gestão Ambiental, na instituição. Mostrava o diagnóstico, o Marco Referencial, a construção da Política Ambiental da instituição e o desenvolvimento de uma nova cultura de responsabilidade sócio-ambiental, por meio da adoção progressiva de práticas diversificadas que visavam o ajustamento das atividades às premissas da sustentabilidade. O diagnóstico permitiu identificar os problemas e as prioridades. Foram estabelecidos os objetivos e as estratégias. Seguiram-se os processos de sensibilização, implantação das atividades estruturais e a avaliação, conduzida por meio da nomeação de indicadores. Com uma tiragem reduzida - apenas um mil exemplares -, rapidamente o livreto tornou-se motivo de disputas. Com freqüência recebíamos pedidos de empresas, universidades, centros de estudos e profissionais da área sócio-ambiental. Não tínhamos a pretensão de escrever sobre Gestão Ambiental, mas fomos convencidos que essa experiência precisava ser socializada. Afinal, implantou-se, na verdade, um sistema simplificado de Gestão Ambiental, por meio de um Projeto de Educação Ambiental e os seus resultados foram considerados excelentes.